DARCI FILHO: O GRANDE RADIALISTA ESPORTIVO

16 MAI 2017
16 de Maio de 2017
A HISTÓRIA DO COMUNICADOR QUE JÁ PARTICIPOU 
DE QUATRO COPAS DO MUNDO


Darci Rodrigues Mello Filho, 67 anos, natural de Santa Maria/RS, e atualmente morador de Porto Alegre, começou sua carreira no jornalismo esportivo em 1970 ainda na sua cidade natal. Atualmente, é comentarista na Rádio Grenal. Em entrevista exclusiva ao Jornal Velha Capital, Darci contou um pouco sobre sua trajetória de vida e como se tornou um dos grandes comentaristas gaúchos, além de mencionar que seu time do coração é o trabalho, que sua cor preferida é verde e que gosta muito de roupas esportivas. Sem contar, que em seu lazer ele não dispensa uma boa leitura, música, o próprio trabalho ou simplesmente assistir tv.

1) Trajetória de vida: Fale um pouco sobre sua história.
Darci: Eu comecei minha carreira em 1970 na rádio Santa Mariense (Santa Maria) na condição de repórter esportivo e DJ. Mais tarde passei pelas rádios Alvorada, nacional de Brasília, Gaúcha, Guaíba, Bandeirantes até chegar na Rádio Grenal. Na televisão, tarbalhei na Nacional de Brasília, RBS, Tv Educativa, TV Pampa e SPORTV.


2) Como iniciou sua carreira de repórter, apresentador e comentarista? 

Darci: Meu primeiro jogo como repórter foi Inter SM x Juventude no estádio do Inter. ainda na época do Presidente Vargas. Foi uma rica experiência com muita preparação e nervosismo.
 A experiência de apresentador de programa foi decorrência das atuações como repórter. Dos programas que criei, o mais conhecido é o "Pré Jornada" que ainda existe na rádio Gaúcha, e isto foi em 1978.
Comentarista é uma atividade que exerço em razão do currículo. O que me fascina é a reportagem. Comecei na rádio Grenal em 2014 e até hoje estou aqui.


3) Quantas Copas do Mundo o senhor participou como repórter?

Darci: Eu considero que participar de Copa do Mundo é cobrir a Seleção Brasileira no dia a dia e nos jogos. As duas primeiras foram em 1978 na Argentina  e em 1982 na Espanha pela rádio Gaúcha. Em 2002, na Coréia e em 2006 na  Alemanha pela rádio Pampa. Todos trabalhos emocionantes e com características, e condições diferentes. Portanto, foram quatro Copas!
 
4)  Como foi sua passagem pela Rádio Gaúcha e qual o diferencial para a Rádio Grenal?

Darci: Essas duas empresas seriam muito parecidas, se fosse possível colocá-las no mesmo período. No período que trabalhei na rádio Gaúcha, eu era para os meus superiores, especialmente o seu Maurício, o Nelson e o Pedrinho, um funcionário com nome, sobrenome e família. Atualmente, pelo que me contam, não é mais assim. Isto ocorre, hoje, na rádio Grenal onde o Dr. Otávio, o Paulo Sérgio e os demais dirigentes me tratam pelo nome. Na Rede Pampa, não somos um número, somos uma equipe.

 
5)   Qual a importância da comunicação na sua vida? Cite também um jornalista que você admira.

Darci: Eu me considero um comunicador comprometido com o trabalho. Busco o aperfeiçoamento. Vou usar um "chavão", talvez pobre, porém, verdadeiro "se eu não fosse radialista seria radialista." 
 Jornalista? Trabalhei com vários bons. O melhor? Rui Carlos Ostermann. Não me pergunte as razões, leia seus livros, suas crônicas e converse com quem trabalhou com ele.
 

6) Fale um pouco sobre a época frente da TV Nacional em Brasília.

Darci: Foi um período diferente. Saí de Santa Maria e fui para Brasília trabalhar na rádio TV Nacional. Atuei no futebol e no jornalismo político. Foi difícil! Era 1973 e no rigor da ditadura militar.
 

7) Quais são os programas  que o senhor participa atualmente?

Darci: Atualmente, participo do programa Conversa de Arquibancada às 22h30. No domingo pela manhã, às 10h apresento o programa Dupla em Revista e estou também nas Jornadas Esportivas.

 
8) Como o senhor lida com as críticas e reconhecimentos que recebe?

Darci: Crítica? Eu aceito desde que seja respeitosa, mas não gosto de ser criticado. A crítica é o aviso que precisa melhorar.  
Já o reconhecimento é maravilhoso. Sou um repórter feliz e um apresentador e comentarista em busca do sucesso.

 
9) O que te encoraja e o que te desanima no Brasil?
 
Darci: O que me encoraja no Brasil é a solidariedade do povo e o que me desanima é a "pilantragem".
 

10) Uma mensagem que queira transmitir.
Darci: Finalizo desejando sucesso  ao Jornal Velha Capital,   seus colaboradores e leitores. Agradeço a oportunidade de me tornar  mais conhecido!

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